quinta-feira, 20 de março de 2014

A caixinha de leite e suco vira telha > ECO-LÓGICA ganhando dinheiro e limpando o meio-ambiente.


Embalagens longa vida já foram vilãs do meio ambiente. Hoje não são mais. A empresa Eco-Lógica do Distrito Federal comprova essa realidade. Ela é especializada na fabricação de telhas e placas feitas com os componentes dessas embalagens, cuja principal fornecedora no país é a Tetra Pak.

Assistam o vídeo:


domingo, 9 de março de 2014

SEGUNDO A CHARGE, DEPOIS DA GREVE O GARI VIRA GENTE. E O CATADOR DE MATERIAL RECICLÁVEL, QUANDO SERÁ CONSIDERADO GENTE?

Com a greve dos garis no Rio de Janeiro, esta charge rodou nas páginas do Facebook. Uma grande verdade! Afinal,  só quando a população ficou sem o serviço de coleta de lixo é que se conscientizaram do importante e imprescindível trabalho dos Garis.
 Mas, a charge me levou a refletir sobre um outro sujeito que também é invisível para nossa sociedade e que vêm há muitos anos prestando um grande serviço de limpeza, não só para o meio-ambiente, mas também para toda a população, os catadores de material reciclável, estas pessoas que trabalham, sob sol ou chuva, tanto nas ruas das cidades como também  nos inúmeros lixões espalhados pelo Brasil.
E fiquei me perguntando, o que eles podem fazer para sair da invisibilidade? 
A mesma estratégia dos garis, isto é fazer greve, com certeza não daria resultado, já que a população ainda nem percebe os grandes problemas que enfrentamos (liberação de gases efeito estufa, poluição das águas subterrâneas, contaminação do solo, etc..) provocados pelo descarte inadequado do nosso lixo em lixões ou aterros controlados e se não tem nem esta consciência, como vai perceber a importância do trabalho do catador?
Os catadores de materiais recicláveis são discriminados social e culturalmente, afinal trabalham com e no lixo. Local este, que na sociedade consumista, é o lugar do que é excluído, descartado, rejeitado. Só para exemplificar é comum ouvirmos a seguinte discurso dos catadores “muitas vezes somos tratados como se fossemos o próprio lixo e isso machuca muito”.
Fora tudo isto, há um preconceito interno do próprio catador para consigo, muitos não se declaram catadores, pois tem medo de serem considerados sujos, inferiores, pessoas que vivem no submundo. Não querem ser confundidos com a imagem negativa ligada ao universo do álcool, das drogas e de crimes.
Apesar da Lei 12305/2010 (PNRS) que propõem a inclusão dos catadores,  das lutas e manifestações do Movimento Nacional dos Catadores na defesa destes indivíduos, é preciso muito mais para que os catadores de materiais recicláveis possam sair desta zona invisível e serem reconhecidos como trabalhadores, que exercem uma profissão como qualquer outra.
É claro que o poder público precisa fazer a sua parte, conforme prevê a lei, mas eu acredito, que neste processo de reconhecimento dos catadores, a nossa postura individual é fundamental.  Poderíamos ajudar muito,  a partir de um pequeno gesto,  da nossa mudança de postura diante do nosso lixo. Cada um pode e deve ter maior cuidado com o descarte de seu lixo, e se educar para a ação de separação dos resíduos em nossas casas e no nosso trabalho. Se conseguirmos fazer esta mudança, já estaremos ajudando bastante. 



sexta-feira, 7 de março de 2014

GREVE DOS GARIS NO RIO DE JANEIRO



Vivo dizendo para as pessoas, tanto nas palestras que fazemos voluntariamente, como também em conversas sobre a causa do Movimento União Cidadã Recicla Rondonópolis, que o problema do lixo é enorme e silencioso, afinal quando o lixeiro leva embora os sacos de lixo que deixamos na porta de nossas casas, além da sensação de dever cumprido vem a sensação de alívio, pois achamos que o problema foi resolvido, quando na verdade o problema só saiu do nosso campo de visão. Depositado em lixões ou aterros sanitários controlados os nossos resíduos provocam problemas ambientais, sociais e de saúde pública.

Mas, o ditado popular já diz "longe dos olhos, longe do coração" não é verdade. Mas,  quem sabe com a greve dos garis no Rio de Janeiro, os cidadãos brasileiros possam refletir um pouco mais sobre o problema do volume de resíduos que estamos produzindo e do destino inadequado que estamos dando para tudo isto.

Neste sentido, vale a pena ler este texto de André Trigueiro, "Só os Garis são responsáveis pelo lixo?"

quinta-feira, 6 de março de 2014

Rondofolia - 2014 - Carnaval amigo do Catador

O Rondonfolia 2014, carnaval popular de Rondonópolis, foi mais um evento que reconhecido como  Evento Cidadão Recicla Rondonópolis, através da parceria efetivada com os catadores da Coopercicla.

Desta forma, os catadores da Coopercicla, uniformizados, recolheram durante todo o evento os resíduos passíveis de  reciclagem produzidos durante a festa.  Ao abrir o espaço para a coleta feito pelos catadores da cooperativa, além da destinação correta dos resíduos passíveis de reciclagem, os organizadores do evento colaboraram com o aumento da renda dos cooperados.

A  REPRAM - Reciclagem e preservação ambiental, empresa que já parceira da Coopercicla também apoiou os catadores fornecendo o container para a disposição dos resíduos.

















sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

DIA INTERNACIONAL DO CATADOR - 01 DE MARÇO

O que é lembrado no Dia Mundial do Catador?

(22 anos desde o massacre na Colômbia)

Em março de 1992, na Universidade Livre de Ottawa (Ottawa University) na Colômbia, 11 corpos foram encontrados. As vítimas haviam sido espancadas e baleadas, todas eram catadores informais, e haviam sido assassinados por funcionários da universidade.
Os catadores foram enganados pelos assassinos para entrar no prédio com a intenção coletar os recicláveis. Uma vez dentro, eles foram espancados e mortos com a finalidade de vender seus corpos para pesquisa e tráfico de órgãos. Um sobrevivente, que fingiu estar morto, contou à polícia sobre o que tinha acontecido.
Em memória do massacre - e em resposta as péssimas condições de trabalho que lutam para melhorar, além do preconceito que enfrentam em muitos níveis da sociedade – foi declarado o dia 01 de março o Dia Mundial dos Catadores. Este dia, foi criada no Primeiro Encontro Internacional de Catadores, que reuniu 34 países na Colômbia em 2008.
Aqui em Rondonópolis - MT, apesar de já termos uma cooperativa constituída, esta não tem apoio do poder público e só conseguiu implantar a coleta seletiva em um bairro da nossa cidade- Vila Mineira. Mas, que tal você homenagear os catadores,  separando os resíduos recicláveis da sua casa, desta forma com certeza,  vocês facilitarão o trabalho do catador individual( que andam pelas ruas) e também o trabalho dos  catadores que estão no lixão da cidade.

Vale a pena começar a criar este hábito!!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

EMPRESAS QUE ESTÃO FAZENDO A SUA PARTE - SELO AMIGO DO CATADOR

Empresa Iguaçu Máquinas - há mais de 3 anos fazendo a sua parte!

Além de fazer a gestão dos resíduos da empresa, ela também tem um ponto de coleta para os funcionários. Todos os resíduos passíveis de reciclagem coletados são doados para a COOPERCICLA.

Ponto de coleta - Iguaçu Máquinas



Organizando no carro da empresa para levar até a Coopercicla






Em busca de incentivar mais empresas a trilharem este caminho da sustentabilidade, o Movimento União Cidadã Recicla Rondonópolis em parceria com a Coopercicla e outras empresas que já estão neste movimento pretendem elaborar um projeto para reconhecer o trabalho destas empresas em prol do social e ambiental de nossa cidade. Aguardem, daqui alguns dias estaremos lançando o SELO AMIGO DO CATADOR
Entregando na Coopercicla




sábado, 1 de fevereiro de 2014

É urgente a valorização e remuneração dos catadores pelos serviços ambientais que eles prestam!


A profissão de catador é reconhecida como categoria profissional, oficializada na Classificação Brasileira de Ocupações, desde 2002, entretanto, as condições de trabalho das pessoas que exercem esta profissão dentro dos lixões e aterros controlados espalhados por todo Brasil é degradante e desumana.


Com o reconhecimento do trabalho dos catadores em diversos pontos da Lei 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, acreditávamos que este cenário iria mudar. Afinal a lei diz que os municípios devem acabar com os lixões e construir aterros sanitários até agosto de 2014 e prevê a inclusão dos catadores nos sistemas de coleta seletiva e logística reversa a partir da criação de cooperativas. 

Entretanto, com o conhecimento e aprendizado adquirido através destes três anos de trabalho de educação ambiental em prol da coleta seletiva na minha cidade - Rondonópolis/MT, com constante contato com os catadores da Coopercicla (Cooperativa de Rondonópolis), como também com catadores de outros estados e a participação em palestras, cursos e eventos sobre gestão de resíduos sólidos, entendi que nada vai mudar, se não conseguirmos fazer com que os gestores públicos e a população entendam que para que as cooperativas consigam sobreviver é urgente a valorização e a remuneração dos catadores pelos serviços ambientais que eles nos prestam.

Digo isto, porque as cooperativas não conseguirão sobreviver só com a venda dos resíduos recicláveis que chegam até elas. Os resíduos recicláveis têm valores muito díspares, enquanto a garrafa pet vale cerca de R$ 1,30 por quilo, o papel misto é negociado a R$ 0,05 (em Rondonópolis), e o alumínio que tem melhor valor de mercado, dificilmente chega nas cooperativas. Desta forma, a venda de todo material passível de reciclagem, muitas vezes, mal dá para remunerar decentemente os cooperados ( várias pesquisas mostram que os catadores em cooperativas ganham menos de um salário minimo), não sobrando nada para manutenção ou investimento em equipamentos, máquinas e barracões. 

Não estou defendendo o assistencialismo, mas sim, a devida valorização do trabalho do catador, afinal segundo estudos do Ministério do Meio Ambiente o Brasil recicla em torno de 30% do que consome, um índice pequeno, mas que só é possível graças à coleta praticada nas ruas e lixões pelos catadores. Então se pagamos milhões para as empresas de saneamento, que tiram o lixo da porta da nossa casa e enterraram em lixões, provocando danos a nossa saúde e ao meio-ambiente, porque não pagarmos para os catadores que estão nas cooperativas o mesmo valor pelos resíduos recicláveis que eles enviam para as indústrias? 

Para maior compreensão de como isto pode funcionar, vejam no texto abaixo como funciona o sistema de Coleta Seletiva Solidária em Natal/RN:



Como funciona a Coleta Seletiva Solidária em Natal/RN

Funcionário da URBANA explica funcionamento da coleta seletiva

por Heverthon Rocha, URBANA
Fonte: site Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis
1.    DE QUEM É O CONTROLE DO PROGRAMA?
Em Natal o programa de coleta seletiva é mantido sob observação da Companhia de Serviços Urbanos de Natal (URBANA) e o controle é compartilhado entre gestor público e cooperativas. As cooperativas detém o controle dos trechos e a independência operacional de coleta, transporte e triagem. O gestor público é responsável pela fiscalização do cumprimento dos serviços conforme trechos apresentados pelas cooperativas. O objetivo é tornar as cooperativas autossuficientes para atuarem como empresas que prestem serviços profissionais ao município.

2.    DE QUEM É A ESTRUTURA DA CENTRAL DE TRIAGEM?
Os galpões de triagem, cinco ao todo, são da URBANA e estão cedidos às duas cooperativas por meio de Termo de Cessão com validade até o ano de 2021, cabendo toda e qualquer manutenção e preservação dos espaços a cada cooperativa que ocupa o lugar.

3.    COMO É A ESTRUTURA DA CENTRAL DE TRIAGEM?
Os galpões de triagem ficam dentro da estação de transbordo que recebe diariamente os resíduos da cidade. São equipadas com energia elétrica, água e telefone, estes fornecidos pela URBANA. Os galpões instalados na estação de transbordo facilita o descarte dos rejeitos oriundos da coleta, bem como a nossa fiscalização, tendo em vista que todos os resíduos que entram e saem dos galpões são pesados e registrados em nosso sistema por tipo, origem e destino.

4.    COMO FUNCIONA O PROGRAMA?
O programa teve início no ano de 2004 com a desativação do Lixão de Cidade Nova. Naquela época os catadores que viviam da coleta de resíduos no lixão foram inseridos num programa criado pelo Município. Neste trabalho que contou com o apoio do Ministério Público Estadual foi acordado que todos os catadores de materiais recicláveis oriundos do lixão seriam inseridos em associações e apoiados pela URBANA com a cessão de galpões, caminhões e outros equipamentos. Atualmente o programa funciona nas modalidade PORTA-A-PARTA, PICS e por cumprimento de decretos Federal e Municipal. Para atuar na coleta seletiva, as cooperativas de catadores assinaram TERMO DE PERMISSÃO que foi renovado em fevereiro com prazo de validade até o ano de 2022.

5.    COMO É EFETUADO O PAGAMENTO AOS CATADORES?
O pagamento é efetuado por faturamento, seguindo todos os procedimentos administrativos/financeiros previstos, tais como apresentação de nota fiscal, certidões, apresentação de relatórios de visitas, relação de cooperados e recolhimento de impostos (ISS, INSS e etc.).
 Dentro da realidade local é paga as cooperativas pelos serviços os seguintes valores por tonelada:

DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
Quantidade Mensal Estimada
Unidade
Valor Unitário
Valor Mensal Estimado
Visita em cada domicílio, limitada a 04 (quatro) visitas mensais, com pagamento mensal, para a entrega aos munícipes dos sacos verdes para separação do lixo reciclável e entrega do material de campanha de sensibilização ambiental.
10.000
Unidade
R$ 0,05
R$ 500,00
Coleta de resíduos reciclados.
300
Tonelada
R$ 93,42
R$ 28.026,00
Transporte de resíduos reciclados.
300
Tonelada
R$ 20,79
R$ 6.237,00
Manutenção dos serviços de coleta seletiva de forma a não comprometer a continuidade do serviço público e pelo aumento da longevidade do aterro e diminuição do impacto ambiental.
300
Tonelada
R$ 46,52
R$ 13.956,00
Total Geral Estimado
R$ 48.719,00

6.    "...O município irá pagar ao catador o mesmo preço pago pela coleta, transporte e destino final dos resíduos..." - QUANDO SE REFERE "AO MESMO PREÇO PAGO PELA COLETA", ESTÃO SE REFERINDO A QUE TIPO DE COLETA? DOMICILIAR OU SELETIVA?
As cooperativas são pagas pelos serviços COLETA SELETIVA nas modalidades porta-a-parta, PICS e em órgãos públicos em cumprimento aos decretos Federal (5.940/2006) e Municipal (9.615/2012). A coleta domiciliar, em nosso entendimento, é a coleta de resíduos não servíveis e sem capacidade de reciclabilidade ou reaproveitamento.

7.    QUEM FAZ A COMERCIALIZAÇÃO: A URBANA OU AS COOPERATIVAS? ONDE É FEITA A ARMAZENAGEM DO MATERIAL A SER COMERCIALIZADO E QUEM É RESPONSÁVEL?
A comercialização dos resíduos é realizada pelas próprias cooperativas de catadores, sendo que a URBANA apenas registra os dados de saída dos materiais para venda. 
Antes da venda os resíduos são armazenados nos galpões, isso é feito logo após o processo de triagem, cabendo aos cooperados indicados pelas cooperativas a responsabilidade por tal ação (comercialização).

8.    "...a rota dos caminhões que atuarão no local..." - A COLETA É FEITA PELA PREFEITURA (URBANA) COM FUNCIONÁRIOS DA PREFEITURA OU PELAS 2 COOPERATIVAS?
Pelas cooperativas. É para isso que a URBANA contratou as mesmas, conforme quadro apresentado na questão 5.

9.    COMO OS COOPERADOS DAS 2 COOPERATIVAS SÃO REMUNERADOS?
A remuneração é feita por rateio de produção e é realizado pelas cooperativas, sendo que as relações de repasse são obrigatórios de serem enviados para URBANA.

10.    A COLETA FEITA PELOS CATADORES EM DIAS DIFERENTES A COLETA DA URBANA É FEITA COM CARROÇAS? QUEM DETERMINA O ROTEIRO DOS CATADORES?
A coleta é feita em dias alternados em algumas comunidades e em outras coincide com a coleta da URBANA conforme roteiros pré-estabelecidos entre URBANA e COOPERATIVAS, mas como existe uma relação de proximidade entre catadores e população, os resíduos recicláveis não são colocados nas calçadas, são entregues diretamente aos catadores.
Já as outras modalidade (PICS e Decretos) são realizadas em dias acordados entre cooperativas e órgãos públicos, empresas e outros.

11.    PORQUÊ OS CATADORES NÃO SÃO ABSORVIDOS PELAS 2 COOPERATIVAS E PERMANECEM "PUXANDO" CARROÇA.
Muitos catadores não cooperados, os quais chamamos de “avulsos”, não estão dispostos a assumir responsabilidades que são previstas nos regimentos internos das cooperativas tais como horários, entrega de todo material coletado e hierarquias. Segundo os próprios, preferem trabalhar de forma independente pois vão para rua nos dias que querem e não precisam trabalhar todos os dias.
 Temos em Natal três tipos de catadores de materiais recicláveis:
 1.    Catador cooperado;
2.    Catador Avulso (carrinheiro); e
3.    Catador Carroceiros (tração animal).

12.    EXISTE ALGUM INCENTIVO DA URBANA OU DAS 2 COOPERATIVAS PARA INSERÍ-LOS NAS COOPERATIVAS JÁ QUE A QUANTIDADE DE MATERIAL É MUITO PEQUENA (MESMO QUE A CS SEJA IMPLANTADA NO ESTADO DO RN INTEIRO, COM CERTEZA NÃO CHEGARIA NEM PERTO DA QUANTIDADE DE MATERIAL PASSÍVEL DE RECICLAGEM DE 1 SUBPREFEITURA DE SP COMO POR EXEMPLO, BUTANTÃ).
Em Natal estamos realizando o programa CATAFORTE com vistas ao associativismo e cooperativismo para inserir estes catadores avulsos e carroceiros nas cooperativas. Mas ainda existem uma resistência grande, mesmo com a abertura das cooperativas para receber estes profissionais da reciclagem.
A URBANA também está desenvolvendo um projeto para acabar com as carroças de tração animal e inserir os profissionais nas cooperativas com utilização de veículos leves de transporte.

13.    OS EDUCADORES AMBIENTAIS SÃO DA URBANA, DAS 2 COOPERATIVAS OU CATADORES?
As ações de educação ambiental são realizada em parceria entre URBANA e cooperativas, temos 12 educadores ambientais que atuam em ações de oficinas de reaproveitamento, teatro e ações de sensibilização porta a porta.
É importante destacar que todas as ações que dizem respeito a coleta seletiva são realizadas com a participação de educadores da URBANA e catadores que visitam as residências, empresas e órgãos públicos, numa ação de integração e construção mútua dos processos de coleta seletiva em Natal.